Ainda revirando meus pertences, e desfazendo de muitos deles, me deparei com uma caixa cheia de rascunhos, dentre eles, este datado em fevereiro de 2012, com hora e local, que dizia assim:
Mais forte do que o próprio eu
E bem mais dominante que minha própria força
Bem mais forte que a própria vontade
Que quer bem mais que o próprio infinito
Mais que sede de carne e pele
Mais que pele enroscada. Carinho,
Mais que saliva quente, beijo doce
...e mais que o doce, o real.
Vontade inesperadamente saciada
Aquelas ilícitas vontades, de outrora
A poesia finalmente vivida
E o gosto do lugar, agora encontrado
Vivências compartilhadas que se enroscam cada vez mais
E a certeza? Agora sem medo.
...Nunca terminei. Nem vou.

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